quinta-feira, 9 de julho de 2015

julho, dia 27

Parte 1, versão josh. Julho, dia 27. Estava indo para a faculdade quando vejo uma garota sentada na ponte. Ela parecia ser nova, 12 ou 13 anos no máximo. Cabelos compridos, na altura da coxa para ser mais exato. Ela era muito branca, num tom que não parecia ser possível, não num estado que tem verões tão quente como o que eu vivo. era como se sua pele não pegasse um único raio de sol a muito tempo. Depois de a observar pelo o que pareceu muito tempo, aproximadamente 60 segundos, decidi deixar ela em paz. Dei dois passos para voltar ao meu trajeto, mas algo me diz para virar para trás. quando viro, a pequena garota não está mais sentada na ponte como anteriormente, a pequena garota está nas pontinhas dos seus pés. só agora pude notar as marcas pelo seu corpo e a roupa que esta vestindo. É inverno, aproximadamente 9 graus, e a menina não vestia mais do que uma blusa mascolina cortada em muitas tiras, como se um cinto tivesse a cortado e cortado sua pele no mesmo momento. Era como uma pequena boneca machucada, ela olhava para baixo fixamente, não mais para o céu estrelado que cobria a noite, e sim para o rio escuro que tem uma grande correnteza. Ela parecia querer gritar mas ao mesmo tempo nenhum grito saia da sua boca, apenas um som eco. Apenas quando ela inclinou todo seu corpo para frente e abriu os seus braços como se fossem asas, é que eu me toquei que iria se jogar. corri os poucos passos que haviam de distancia entre nos, que pareceram muitos quando tudo que eu tinha era meros segundos. A garota pulou, mas por sorte minhas mãos seguraram as suas antes que seu corpo pudesse atravessar o ar. Ela não falou nada, nem mesmo era como se estivesse ali. Pegar ela não foi nada difícil para mim. Puxei ela para cima e aninhei ela contra o meu corpo, a garota era tão magra! Não pesava mais do que minha prima, de 10 anos. Posso jurar que não tinha mais de 30 quilos, parecia pegar somente ossos por tão magra que a pequena garota estava. Olhei para seu rosto, a única parte que ainda não havia conseguido ver, seus olhos eram no azul mais claro que você possa imaginar, exatamente como os meus. Nesse exato momento eu me toquei que conhecia aquela garota, e ela também me conhecia. Pela primeira vez eu vejo aquela garota ter una expressão no rosto, ela chorava mais do que uma criança sem a mãe. aquela pequena garota era nada mais nada menos do que a minha irmã, de 14 anos, que foi sequestrada a 2 anos e dada como morta, a 1.

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