quinta-feira, 9 de julho de 2015
Julho, dia 27 #2
Era julho, dia 27.
Estava acorrentada no chão, sobre um colchão.
O quarto fedia a mijo, como de costume. não consigo sentir muito bem o cheiro das coisas, perdi a maior parte do meu olfato, mas o cheiro era tão forte, que era impossível até mesmo para mim não o sentir.
Era um dia frio, na época não saberia dizer se era junho ou julho, a horas ou aonde exatamente estava.
A porta soltou um rungido, isso significava que meu sequestrador estava para chegar.
Fecho os olhos e finjo estar dormindo, como se todos os remédios da noite anterior tivesse me dopado ate agora.
Como se não tivesse acordado em hora em hora com fisgadas pelo meu corpo inteiro. ele não pareceu notar, um cinto aberto, minha blusa comprida levantada para cima, 4 estocadas e um alivia da parte dele, uma camisinha usada jogada no chão e um nojo imenso vindo da minha parte, estava terminado.
Meu sequestrador tem a doença do ** ou seja, em determinados momentos ele faz xixo involuntariamente, esse foi um deles.
Ele parecia estar atrasado, o que o fez ficar puto por ter feito isso, tirou suas calcas e cueca novamente e jogou, perto do colchão. Fechou a porta e subiu para cima, 5 minutos depois ouço o barulho da sua caminhote saindo.
Deito minha cabeça na cama e anseio ansiosamente a morte, que parece nunca chegar.
Ao deitar minha cabeça já machucada (foi batida muitas vezes contra a parede na noite anterior) bate em algo de ferro.
Era a chave, a chave pela qual eu sonhei desde que estou aqui, finalmente estava perto de mim.
Com a boca eu puxei ela perto das minhas mãos, e com a mão eu comecei a tentar abrir a chave.
Parecia ser meu dia de sorte, o inacreditavel aconteceu, eu consegui!
Não perdi tempo, tirei as algemas dos meus pés também,meus calcanhares estavam roxos, com a marca delas. Não me importei com toda a dor que estava sentindo naquele moemnto, corri o máximo que pude.
mas atrás de mim eu ouvi um latido, tinha uma cachorra presa no quintal.
Costantemente meu estuprador se enjoa e procura novos métodos para se divertir, estuprando e matando crianças, estuprando e matando garotos, e ao que parece, era a vez da cadelinha morrer.
Nao poderia a ignorar, não poderia a deixar morrer.~me guiei pelo som até conseguir achar ela, demorei um pouco mas cosegui.
Desenrolei o arrame farpudo do seu pescoço o mais rápido que pude, embora machucada ela ainda estava bem num todo.
ela pareceu entender meu recado e correu o máximo possível, até mais que eu.
Ok, eu estava livre, e onde deveria ir agora?
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