domingo, 14 de dezembro de 2014

*666 #2

Como combinado eu voltei para contar o que mais aconteceu naquela sexta-feira de aula. depois que o veterano nos contou aquelas histórias, muitas colegas minhas começaram a chorar falando que não queriam mais ouvir. eu realmente adoro ver ás pessoas com medo então resolvi assustar ainda mais. enquanto sisí (minha melhor amiga) foi buscar um copo, eu escrevi numa folha ás palavras que eram preciso usar para o jogo. sim, não e depois o alfabeto completo. sisí voltou para a sala, o temporal estava ainda mais forte do que antes e a professora ainda não havia voltado. fizemos um grupinho de 5, o resto não quis jogar. começamos todos dando as mãos e depois soltamos e colocamos cada um um dedo em cima do copo. junior, o veterano começou. - Tem alguém aqui? e para a minha surpresa o copo começou a se mexer sozinho, eu juro! o copo se mexeu até o sim. Junior rapidamente olhou pra sisí que fez a próxima pergunta. -Você morreu aqui? o copo novamente se mexeu para o sim. eu queria muito saber com qual dos espiritos estavamos falando então fiz a terceira pergunta. -Qual é o seu nome? -c-l-a-r-i-s-s-e me bateu um arrepio enorme quando li, bem na hora teve um barulho enorme na rua. uma colega que não estava envolvida no jogo falou que uma dás arvores da escola havia caido. eu não estava nem um pouco me importando com isso, eu só queria continuar no jogo. quando eu me aproximei para fazer a próxima pergunta, para a surpresa das minhas colegas que já estavam chorando, a luz volta e estraga com tudo. os celulares que estavam ligados dando luz ao jogo rapidamente desligam todos na mesma hora. olhamos para a porta e um trovão cai novamente. a luz se apaga novamente e o junior começou a falar. -todos sabem que quando se começa com esse jogo o espirito da pessoa envocada é liberto até a última lua cheia do ano não é? a pergunta ficou no ar, por mais que tinha sido legal ninguém acreditava mesmo nisso. saimos a procura da professora que nunca voltava. encontramos ela no corredor, caida no chão branca como marmore, morta. com cara de quem havia visto uma assombração. sua blusa branca estava aberta, havia marcas pelo seu corpo todo como se alguém tivesse começado a inforcar ela com uma corda talvez e depois tivesse a matado de outra forma, sugando a sua vida eu acho. e o mais espantoso era que em baixo do seu pescoço estava escrito. c-l-a-r-i-s-s-e.

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