domingo, 14 de dezembro de 2014

*666 #4

fomos ver a avó da clarisse, chegando lá ela estava olhando ficxamente para uma janela que dava ao jardim. antes mesmo que pudessemos abrir a boca ela falou: -vocês não deveriam ter envocado minha neta, agora todos irão sofrer por isso.  perguntamos porque ela voltou a matar pessoas e se havia alguma relação entre ás mortes, ela afirmou que não, disse que a neta sempre foi cruel e que não existia motivo algum para ela matar. no mesmo estante a porta que estava encostada se trancou, sem ao menos ter uma chave na fechadura. ela ficou com os olhos escancarados, e o vidro que antes era limpo começou a aparecer manchas, nelas dizia  -conte a elas vovó. a mulher sem saber o que fazer, parada pelo pânico falou que a nossa professora não morreu em vão, contou que ela era uma das enfermeiras em 1982 na clinica, que ela via tudo que fazim com Clarisse mas nunca fazia nada por ela. que vivia sedando a menina e a Clarisse apenas se vingou. a clarisse se comunicou novamente depois disso -agora conte para elas vovó o que a senhora fez para mim para merecer o fim que terá. a mulher começou a atropelar ás próprias palavras, falou que receberiamos videos mas para NUNCA os ver, porque a menina que ela conheceu e teve como neta não é a mesma que estava matando pessoas, e para nos lembrarmos de uma coisa, quando ela foi falar o que era, seus olhos reviraram e começou a sair sangue. um último grito de dor no ar, ela morreu. na sua testa escrito -Clarisse. embora muito assustados, junior nos puxou pelo braço, como não haviamos dado nossos nomes na recepção nem a filha dela sabia e tinhamos ligado de um orelhão, não tinha como nos metermos em encrenca. saimos antes que alguém pudesse notar o que aconteceu naquele local. chegamos na frente da clinica e achamos uma caixa vermelha no chão, escrito -abra pegamos e saimos correndo, como todos temiamos era fitas.

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